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domingo, 24 de novembro de 2024

A SUPERFICIALIDADE DAS MENSAGENS NATALINAS DIGITAIS


Img Google 

 Faltando um mês para o Natal, hoje pela manhã, enquanto minha mãe preparava o almoço, nós conversávamos sobre o sentido do natal e suas comemorações. Lembramos de quando chegava essa época, antigamente, as formas sem a tecnologia atual, improvisávamos adornos construídos de forma artesanal para decorar a casa. Lembrei também como era emocionante receber cartão de natal por correspondência. Diferente dos cartões atuais que é só preciso fazer uma busca rápida pelo Google e encaminhar de forma robótica a todos os contatos o primeiro "cartão bonitinho" que encontrasse, independentemente da mensagem que nela estivesse. Aliás, tanto faz. Até por que na grande maioria das vezes nem quem a enviou sequer leu a própria mensagem. É a banalidade da forma como utilizar-se da tecnologia sem exercer o menor espírito de sinceridade nas frases mandadas pelo whatsapp, Instagram, Facebook, ou outra rede social. Lembrei a ela que ainda tenho o meu cartão de natal dado pela minha professora da quarta série, e como ainda dou valor aos cartões físicos do que esses superficiais, -os digitais. Quando você quer de fato enviar uma mensagem de natal verdadeiramente a alguém, a própria pessoa se dá ao trabalho de ir na papelaria, escolher um cartão e comprar-lo, e, ao chegar em casa escrever uma mensagem adicional de próprio punho, coloca-lo em um envelope ir aos correios, sela-lo para ao destinatário lembrado. Esse para mim, é o verdadeiro sentido do natal. A simplicidade e sinceridade, em vez da superficialidade e banalidade da forma como a tecnologia é utilizada para simplesmente para manter as falsas aparências. 

Texto: Flávio Antônio 

segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

A TRÉGUA DE NATAL

Monumento à Trégua de Natal de 1914 em Liverpool, Inglaterra. 
Foto: Phil Nash/Wikimedia Commons

Existe um provérbio de um autor desconhecido que descreve uma guerra no seguinte conhecendo:

"A guerra é um lugar onde jovens que não se conhecem e não se odeiam se matam entre si, por decisão de velhos que se conhecem e se odeiam, mas não se matam."

Tal fato de provou verdade em um acontecimento ocorrido na noite de Natal de 1914, durante a "Grande Guerra", conhecida também como A Primeira Guerra Mundial. Conflito que envolveu diversas nações, entre elas, naquela ocasião tanto as tropas do exército imperial alemão quanto as tropas britânicas e francesas haviam marcado suas posições por meio de trincheiras cavadas nas cercanias de Ypres, na Bélgica.

Entretanto, em 24 e 25 de 1914, entre soldados alemães e os seus rivais ingleses e franceses realizaram um dos atos mais inusitados durante a guerra chamada de “Trégua de Natal”.


Como ocorreu a trégua de Natal?

O inverno intensificou-se ainda mais na região, e os soldados retrocederam para suas posições e praticamente não mais empreendiam combate. Às vésperas do Natal, foi possível observar, de uma trincheira para outra (que ficavam à distância de algumas dezenas de metros umas das outras), alguns soldados em clima festivo, fumando, bebendo e comendo sem se importar de serem vistos pelos inimigos. 

Soldados trocando presentes e 
acedendo charutos de seus companheiros 

Essa postura, inicialmente isolada, contaminou todos os presentes no conflito daquela região, desde os oficiais de alta patente até o soldados rasos. Por fim, soldados passaram a sair das trincheiras, atravessar a zona de fogo (conhecida como “terra de ninguém”), chegar até a trincheira inimiga para desejar feliz Natal aos rivais e, eventualmente, trocar comida, charutos e até jogar uma amistosa partida de futebol entre eles

Apesar das dificuldades de comunicação entre
 os diferentes idiomas, o futebol acabou se tornando a língua oficial.

Há inúmeros relatos dessa trégua. Um deles foi dado pelo Capitão C. I. Stockwell, pertencente ao Royal Welsh Fusiliers, do exército britânico. Disse Stockwell que: “Às 8:30h do dia 26, eu disparei três tiros para o ar, ergui uma bandeira com os dizeres 'Merry Christmas' e subi da trincheira. Os alemães levantaram uma placa com os dizeres 'Thank you' e o capitão deles apareceu no alto da trincheira. Nós nos saudamos e retornamos às nossas trincheiras. Em seguida, ele fez dois disparos para o ar. A guerra havia começado novamente.”

Fonte
Trechos dos textos extraído do site /mundo educação com algumas adições. Fotos: Arquivos do Google 

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

O MITO DO PAPAI NOEL E A COCA-COLA.

img google
 
Apesar de muitos acharem que a Coca-Cola “criou” o Papai Noel, na verdade a marca padronizou sua imagem. Até 1931, o bom velhinho era caracterizado das mais diversas formas, e suas vestimentas nas mais diversas cores. Com a campanha da Coca-Cola foi criado um padrão universal  inclusive a inclusão do gorro vermelho com pompom branco que foi de crédito para a empresa.
Embora as histórias sobre um bom velhinho que distribuía presentes para crianças existam desde aproximadamente 300 anos A.C., a figura do Papai Noel foi, de fato, difundida por uma empresa, através de uma campanha publicitária: a Coca-Cola.
A história do Papai Noel foi inspirada em um bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinho com moedas próximas às chaminés das casas com isso a figura do bom velhinho foi inspirada até hoje.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno nas cor marrom ou verde e era descrito de várias formas com elfo, espírito, duende, santo e entre outros.
O Bom Velhinho, que também pune as crianças que não se comportaram durante o ano, foi ganhando novas características até que 40 anos mais tarde em 1863 o cartunista americano Thomas Nast criou a imagem do Papai Noel quase igual à que conhecemos hoje e ele também foi o criador da lenda de que Papai Noel morar lá no Pólo Norte. O trabalho do cartunista foi parar na capa da revista Harper’s Weekly. Ao passar dos anos vários artistas foram recriando e redesenhando outros Papai Noel cada uma dando uma característica e ampliando uma variedade de estilos, tamanhos e cores na criação daquele simbolo do Natal.
Em 1930, quando o mito do bom velhinho, bondoso que entrega presentes em todas as casas do mundo na noite de Natal já estava enraizado no imaginário popular dos americanos, a Coca-Cola contratou o ilustrador Haddon Sundblom para criar sua campanha de Natal.
O Papai Noel em tamanho natural, alegre, e usava o terno vermelho agora é familiar. Ele apareceu em revistas, outdoors e balcões de lojas, encorajando os americanos beber Coca-Cola como a solução para “a sede de todas as estações.” Como o grande objetivo inicial da empresa era aumentar as vendas do refrigerante no inverno, mas o sucesso da campanha foi tão grande que a Coca-Cola passou a adotar a figura do Papai Noel como um dos símbolos da marca, e o público a adotou como símbolo oficial do Natal até hoje.

Trechos da matéria extraídas do site:






domingo, 20 de dezembro de 2020

A "ESTRELA DE BELÉM" ILUMINA O CÉU DE NATAL PELA 1ª VEZ EM 800 ANOS.

img google

Pela primeira vez desde 1226 se poderá observar a "Estrela de Belém"’ no Natal, nome dado ao fenômeno para quando Júpiter e Saturno ficam alinhados no céu da Terra. A rara conjunção astronômica acontece a cada 400 anos. A última vez que foi registrada foi no século 17, em 1623, mas segundo apontam os cálculos, não foi na época do Natal. Agora, na noite do dia 21 todos os povos da Terra poderão observar os dois maiores planetas do sistema solar em uma linha reta na direção do pôr do sol. Essa conjunção ocorre a cada 400 e poucos anos. Século 13, século 17 e agora 21. Ele estará no céu entre o dia 16 e dia 21, com maior chance de ser observado no último dia.

Texto extraído do site: