snowstorm
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
UMA TRADIÇÃO QUE JÁ DURA MAIS DE UM SÉCULO
sábado, 24 de janeiro de 2026
QUANDO UMA VIDA É INTERROMPIDA(REFLEXÃO)
Em uma manhã de quarta-feira no dia 24 de janeiro de 1996 estava eu na casa de minha avó materna quando por volta das 10:00 horas daquele dia ensolarado recebemos a notícia de que meu primo havia sofrido um acidente.
Até aquele momento não sabíamos da gravidade da situação. De certa forma, minha prima que estava comigo além da minha avó, mantermos o controle da situação e agimos como se nada demais havia acontecido. De que seria um simples acidente habitual o qual ele se recuperaria.
Mas a verdade é que ele havia caído do telhado de um galpão de fábrica a uma grande altura. No chão não havia nada para amortecer o impacto além do piso de cimento. Também não havia ninguém por perto no momento do ocorrido, pois ele estava sozinho, e decidiu naquela manhã sem avisar a ninguém ir sozinho e terminar aquele trabalho de limpeza no telhado - foi um erro, um descuido, ou o destino? O fato é que não se sabia exatamente o momento em que ele cairá e que ele só havia encontrado inconsciente na metade daquela manhã. O seu estado era gravíssimo," Júnior está em estado grave", informou minha prima em voz baixa porém assustada. Ela não queria que a minha avó escutasse.
Ele havia sofrido um forte traumatismo craniano, caindo de cabeça direto no chão, no local tinha uma poça de sangue.
Então, eu fui para casa passar a informação para minha mãe. José Cosme da Silva Júnior, ou apenas "Júnior", como era conhecido, tinha 18 anos e aceitou realizar um serviço o qual havia acertado um valor combinado. Ele queria terminar logo aquele trabalho e receber aquele pagamento para custear seus gastos. Ele iria se apresentar no quartel em Recife em alguns dias. Iria prestar o serviço militar obrigatório na capital em Recife. Mas, infelizmente, o destino reservou outro caminho.
Hoje, faz exatamente trinta anos daquele ocorrido, e, apesar de eu com meus quinze anos na época não ter uma intimidade tão próxima dele eu sinto até hoje aquele momento tão inesperado e que me chocou profundamente.
Hoje, ele estaria com quase cinquenta anos, mas infelizmente teve sua juventude interrompida de forma tão abrupta e violenta.
Às vezes, fico imaginando que se ele tivesse sobrevivido, mesmo que inválido, ou se de alguma forma, não tivesse ocorrido o acidente. Quantas decisões futuras e o destino teriam tomado rumos diferentes em uma janela de tempo alternativa. Tanto para ele como para sua família e das pessoas em sua volta?
Já se passaram 30 anos, mas a verdade é que hoje ele descansa no cemitério São João Batista, em uma pequena cidade do interior de Limoeiro em Pernambuco.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
OPERAÇÃO MILITAR DOS EUA RETIRA DO PODER O DITADOR DA VENEZUELA NICOLÁS MADURO
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
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O que o autor quer dizer nesse texto: Essa insistência da #vida, ao bater todos os dias, a nos mostrar a não termos compaixão, misericórdia, ou qualquer ou sentimento empático com o próximo. Nos tornando, intenamente, cada vez mais frio e indiferente a qualquer outra pessoa.
A Vida Nos Torna Insensíveis
Conversa com o Gemini
O que o autor quer dizer nesse texto: Essa insistência da #vida, ao bater todos os dias, a nos mostrar a não termos compaixão, misericórdia, ou qualquer ou sentimento empático com o próximo. Nos tornando, intenamente, cada vez mais frio e indiferente a qualquer outra pessoa.
O autor desse texto expressa uma visão bastante pessimista e melancólica sobre o impacto que o cotidiano e as dificuldades da vida exercem sobre a nossa humanidade.
Aqui estão os pontos principais para entender o que ele quis dizer:
1. A Vida como um Embate Diário
O autor descreve a vida como algo que "bate todos os dias". Ele sugere que a rotina, as decepções ou a dureza da sobrevivência funcionam como um processo de desgaste contínuo. Não é uma vida suave, mas sim uma força que nos confronta agressivamente.
2. O Processo de Desumanização
A tese central é que esse "bater" constante da vida nos ensina — ou nos força — a abandonar sentimentos nobres. O autor lista três perdas específicas:
Compaixão: O sofrimento do outro deixa de nos tocar.
Misericórdia: Perdemos a capacidade de perdoar ou de aliviar a dor alheia.
Empatia: Perdemos a habilidade de nos colocarmos no lugar do próximo.
3. O "Endurecimento" Interno
O resultado final desse processo é o que ele chama de se tornar "cada vez mais frio e indiferente".
A frieza sugere uma proteção emocional: para não sofrermos com o que acontece ao redor, desligamos nossas emoções.
A indiferença indica que o "outro" deixa de existir como alguém importante; as pessoas se tornam apenas cenários ou obstáculos.
Em resumo
O autor quer dizer que viver em um mundo hostil está nos transformando em pessoas insensíveis. É um desabafo sobre como a dureza do mundo exterior acaba "vencendo" a nossa bondade interior, criando uma casca de proteção que nos isola emocionalmente do resto da humanidade.
Nota de interpretação: O texto parece ser uma crítica social ou um reflexo de um momento de exaustão emocional, onde o autor observa que a sobrevivência parece exigir o sacrifício da nossa capacidade de amar e cuidar.
Você gostaria que eu ajudasse a analisar esse texto sob uma perspectiva psicológica ou talvez compará-lo com algum conceito filosófico sobre a modernidade?
Sim
A Vida Nos Torna Insensíveis
Conversa com o Gemini
O que o autor quer dizer nesse texto: Essa insistência da #vida, ao bater todos os dias, a nos mostrar a não termos compaixão, misericórdia, ou qualquer ou sentimento empático com o próximo. Nos tornando, intenamente, cada vez mais frio e indiferente a qualquer outra pessoa.
O autor desse texto expressa uma visão bastante pessimista e melancólica sobre o impacto que o cotidiano e as dificuldades da vida exercem sobre a nossa humanidade.
Aqui estão os pontos principais para entender o que ele quis dizer:
1. A Vida como um Embate Diário
O autor descreve a vida como algo que "bate todos os dias". Ele sugere que a rotina, as decepções ou a dureza da sobrevivência funcionam como um processo de desgaste contínuo. Não é uma vida suave, mas sim uma força que nos confronta agressivamente.
2. O Processo de Desumanização
A tese central é que esse "bater" constante da vida nos ensina — ou nos força — a abandonar sentimentos nobres. O autor lista três perdas específicas:
Compaixão: O sofrimento do outro deixa de nos tocar.
Misericórdia: Perdemos a capacidade de perdoar ou de aliviar a dor alheia.
Empatia: Perdemos a habilidade de nos colocarmos no lugar do próximo.
3. O "Endurecimento" Interno
O resultado final desse processo é o que ele chama de se tornar "cada vez mais frio e indiferente".
A frieza sugere uma proteção emocional: para não sofrermos com o que acontece ao redor, desligamos nossas emoções.
A indiferença indica que o "outro" deixa de existir como alguém importante; as pessoas se tornam apenas cenários ou obstáculos.
Em resumo
O autor quer dizer que viver em um mundo hostil está nos transformando em pessoas insensíveis. É um desabafo sobre como a dureza do mundo exterior acaba "vencendo" a nossa bondade interior, criando uma casca de proteção que nos isola emocionalmente do resto da humanidade.
Nota de interpretação: O texto parece ser uma crítica social ou um reflexo de um momento de exaustão emocional, onde o autor observa que a sobrevivência parece exigir o sacrifício da nossa capacidade de amar e cuidar.
Você gostaria que eu ajudasse a analisar esse texto sob uma perspectiva psicológica ou talvez compará-lo com algum conceito filosófico sobre a modernidade?
Sim
Essa visão do autor se conecta profundamente com conceitos da psicologia moderna e da filosofia contemporânea. Quando a vida "bate" a ponto de nos tornar frios, estamos falando de mecanismos de defesa e fenômenos sociais bem documentados.
Aqui estão duas formas de aprofundar essa interpretação:
1. Perspectiva Psicológica: O Mecanismo de Defesa
Na psicologia, o que o autor descreve pode ser visto como um embotamento afetivo ou uma resposta ao estresse crônico.
Dessensibilização Sistemática: Quando somos expostos a muitas notícias ruins, violência ou dificuldades financeiras, nosso cérebro cria uma "casca". Se sentíssemos a dor de cada pessoa no mundo o tempo todo, entraríamos em colapso. A "frieza" mencionada é, na verdade, um mecanismo de sobrevivência para evitar a exaustão emocional (ou fadiga de compaixão).
Alienação do Self: Ao nos tornarmos indiferentes ao outro para não sofrer, acabamos nos desconectando de nossas próprias emoções. O autor percebe isso como uma perda de identidade ("nos tornando... cada vez mais frios").
2. Perspectiva Filosófica: A "Sociedade do Cansaço" e a Modernidade Líquida
Filósofos contemporâneos explicam esse fenômeno através da estrutura da nossa sociedade:
Zygmunt Bauman (Modernidade Líquida): Bauman argumentava que as relações humanas se tornaram frágeis e descartáveis. A indiferença mencionada no texto é o resultado de um mundo onde "usamos" pessoas como objetos. Quando o autor diz que a vida nos mostra a não ter compaixão, ele reflete essa lógica de que cada um deve cuidar de si, e o outro é um competidor ou um estranho.
Byung-Chul Han (Sociedade do Cansaço): O autor sugere que a vida "bate todos os dias". Han explica que vivemos em uma busca por performance que nos esgota. Esse cansaço extremo não nos deixa energia para a empatia. A
empatia exige tempo e "vagar", coisas que a vida moderna (que bate e corre) não permite.
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
FUI A SANTIAGO DO CHILE
domingo, 10 de agosto de 2025
CONHEÇA O SISTEMA RUSSO CHAMADO "MÃO MORTA"
O sistema russo conhecido como Perimetr, apelidado no Ocidente de “Mão Morta” (Dead Hand), representa uma das expressões mais radicais da doutrina de dissuasão nuclear desenvolvida durante a Guerra Fria. Longe de ser apenas uma anedota de manuais militares ou um conceito distópico, o sistema Mão Morta materializa uma estratégia de sobrevivência automatizada para o Estado russo diante de um cenário de colapso total provocado por um ataque nuclear.
terça-feira, 5 de agosto de 2025
ATINGI DEZ MIL INSCRITOS NO YOUTUBE
Hoje, oficialmente o meu canal criado no dia 29 de outubro de 2011 chegou a dez mil inscrições. Isso pode ser um número insignificante para muitos geradores de conteúdos dessa plataforma, mas para mim é uma pequena conquista pessoal. Pois, são dez mil almas que estão comigo há quase quatorze anos.







