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sábado, 24 de janeiro de 2026

QUANDO UMA VIDA É INTERROMPIDA(REFLEXÃO)

 

Img criada por IA

Em uma manhã de quarta-feira no dia 24 de janeiro de 1996 estava eu na casa de minha avó materna quando por volta das 10:00 horas daquele dia ensolarado recebemos a notícia de que meu primo havia sofrido um acidente. 

Até aquele momento não sabíamos da gravidade da situação. De certa forma, minha prima que estava comigo além da minha avó, mantermos o controle da situação e agimos como se nada demais havia acontecido. De que seria um simples acidente habitual o qual ele se recuperaria. 

Mas a verdade é que ele havia caído do telhado de um galpão de fábrica a uma grande altura. No chão não havia nada para amortecer o impacto além do piso de cimento. Também não havia ninguém por perto no momento do ocorrido, pois ele estava sozinho, e decidiu naquela manhã sem avisar a ninguém ir sozinho e terminar aquele trabalho de limpeza no telhado - foi um erro, um descuido, ou o destino? O fato é que não se sabia exatamente o momento em que ele cairá e que ele só havia encontrado inconsciente na metade daquela manhã. O seu estado era gravíssimo," Júnior está em estado grave", informou minha prima em voz baixa porém assustada. Ela não queria que a minha avó escutasse. 

Ele havia sofrido um forte traumatismo craniano, caindo de cabeça direto no chão, no local tinha uma poça de sangue.

 Então, eu fui para casa passar a informação para minha mãe.  José Cosme da Silva Júnior, ou apenas "Júnior", como era conhecido, tinha 18 anos e aceitou realizar um serviço o qual havia acertado um valor combinado. Ele queria terminar logo aquele trabalho e receber aquele pagamento para custear seus gastos. Ele iria se apresentar no quartel em Recife em alguns dias. Iria prestar o serviço militar obrigatório na capital em Recife. Mas, infelizmente, o destino reservou outro caminho. 

Hoje, faz exatamente trinta anos daquele ocorrido, e, apesar de eu com meus quinze anos na época não ter uma intimidade tão próxima dele eu sinto até hoje aquele momento tão inesperado e que me chocou profundamente. 

Hoje, ele estaria com quase cinquenta anos, mas infelizmente teve sua juventude interrompida de forma tão abrupta e violenta. 

Às vezes, fico imaginando que se ele tivesse sobrevivido, mesmo que inválido, ou se de alguma forma, não tivesse ocorrido o acidente. Quantas decisões futuras e o destino teriam tomado rumos diferentes em uma janela de tempo alternativa. Tanto para ele como para sua família e das pessoas em sua volta?

Já se passaram 30 anos, mas a verdade é que hoje ele descansa no cemitério São João Batista, em uma pequena cidade do interior de Limoeiro em Pernambuco.

Este é o atestado de óbito que 
encontrei no site SearchFamily

Texto: 
Flávio Antônio 

 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

A TEORIA DO CAVALO MORTO(PARA REFLEXÃO)

 

A “Teoria do Cavalo Morto” é uma metáfora satírica que reflecte como algumas pessoas, instituições ou nações enfrentam problemas evidentes que são impossíveis de resolver, mas em vez de aceitar a realidade, se agarram a justificá-los.

A ideia central é clara: se você descobrir que está montando um cavalo morto, o mais sensato é descer e deixá-lo.

No entanto, na prática, muitas vezes acontece o contrário. Em vez de abandonar o cavalo morto, medidas como:

• Comprar uma nova sela para o cavalo.
• Melhorar a alimentação do cavalo, apesar de ele estar morto.
• Mudar o cavaleiro em vez de abordar o problema real.
• Despedir o gerente dos cavalos e contratar alguém novo, esperando um resultado diferente.
• Organizar reuniões para discutir como aumentar a velocidade do cavalo morto.

• Criar comités ou equipes de trabalho para analisar o problema do cavalo morto de todos os ângulos. Estes comités trabalham durante meses, levantam relatórios e finalmente concluem o óbvio: o cavalo está morto.

• Justificar os esforços comparando o cavalo com outros cavalos mortos semelhantes, concluindo que o problema foi falta de treino.

• Propor cursos de treinamento para o cavalo, o que significa aumentar o orçamento.

• Redefinir o conceito de "morto" para se convencer de que o cavalo ainda tem possibilidades.

Lição aprendida:

Essa teoria mostra como muitas pessoas e organizações preferem negar a realidade e desperdiçar tempo, recursos e esforços com soluções inúteis, em vez de aceitar o problema desde o início e tomar decisões mais inteligentes e eficazes.

Fonte: 
Todos os créditos desse texto 
extraído na íntegra da postagem no Facebook 
da usuária de nome Tania Koch Larsen


quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

O DESAFIO DE COMO MATERMOS EM ESTADO DE GRAÇA

 

Img Google 

Você comete algo que em seguida sente-se culpado e indigno do perdão de Cristo. Certa vez um centurião romano que tinha um servo seu doente disse a Jesus: Senhor, não sou digno que entre em minha casa, mas diga uma palavra que meu servo será curado(Mateus 8:8-10). O ato dessa passagem bíblica nos mostra a submissão do centurião em reconhecer como pecador e ao mesmo tempo sentir-se indigno de que reconhecendo a pureza do Senhor, não se sinta confortável de que Ele pise em sua casa. Temos aqui a plena fé desde homem em reconhecer Jesus como filho de Deus, mas existe um problema: O soldado romano não quer que Jesus entre em sua casa. 

Esta passagem pode ser interpretada de maneira que em nós, sendo seres pecadores, também não nos sentimos à vontade em ter Jesus em nossa casa interior. Não pelo motivo Dele não merecer, mas por termos também a nossa própria "casa" suja, e indigna e sua presença.

Somos seres humanos com qualidades e defeitos, mas às vezes deixamos que os costumes e hábitos negativos expostos na vitrine do mundo faça parte de nosso ser. No entanto, Jesus não veio para curar os sádios, mas os doentes(Marcos 2:17). Ele veio varrer para fora de nós toda a sujeira do mundo. E, ao permitindo sermos uma nova pessoa, com "alma lavada", façamos que nossa casa torne-se um permanente templo Dele e não das coisas do mundo(I Coríntios 3:16–17). Assim, ao permitir que Cristo e nós sejamos um só ser, estaremos constantemente no estado de graça. 

Geralmente não tenho escrito muito nesse blog, apenas repostado matérias de outros sites, mas se quiserem mais postagens bíblica como está deixe um comentário. Isso ajuda não só a mim a refletir as minhas fraquezas como também ajudá-los.

Texto
Fl@vio Antônio

terça-feira, 28 de abril de 2020

A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL É BIOLÓGICA E INVISÍVEL.


img google

Para quem achava que o apocalipse poderia vir dos céus por algum asteroide ou pelo início de uma Terceira Guerra Mundial dos Estados Unidos contra os países comunistas, não imaginava que o inimigo seria único e contra toda humanidade, e pior ainda por algo invisível. O texto abaixo foi escrito por uma internauta de nome Adriana Giampietro,e trás uma reflexão muito importante para todos nós neste momento que estamos enfrentando: A quarentena pelo novo Coronavírus. A situação que estamos vivenciando é a prova de que um vírus, mesmo tendo uma taxa de mortalidade não tão grande em comparação com outras pragas da história, como a Peste Negra, deixou claro quão vulneráveis somos nós. Somos capazes de construir uma bomba atômica, mas ineficazes em desenvolver uma vacina.


Eu nasci poucos anos depois do fim da última grande guerra, e desde pequena ouço falar que a Terceira Guerra Mundial provavelmente iria dizimar grande parte da raça humana.

Acho que chegamos nela e nem nos demos conta disso. A diferença é que eu, na minha inocência, acreditava que seria uma briga de algum país rico, contra outro país rico, em busca de alguma riqueza maior ainda. Que esses países inventariam bombas terríveis e com toda força bélica iriam demonstrar quem era o mais forte… Errei… Errei feio… Descobri que o país mais forte na terceira guerra mundial, não é o que tem mais armas de fogo. Não é o que investiu em força bélica, ou armamento nuclear. O país que vai ganhar a guerra é aquele que soube investir na ciência, na saúde e em sua infraestrutura hospitalar, porque o inimigo não morre com um tiro, ele é invisível.

Mas, em uma coisa eu estava certa…Muitos vão morrer.

Essa guerra está aí para inverter valores.

 img google

Veja:

O petróleo, sem consumo, não vale nada, não é mais ouro negro como sempre disseram… O ouro hoje é em gel, e transparente… E só serve pra desinfetar.

Shoppings fechados, lojas desertas. Pra que comprar, se ninguém vai ver a bota nova comprada na loja cara logo no lançamento da Coleção outono-inverno?

Carros caros que não saem das garagens. Viagens desmarcadas. A Disney perdeu o encanto e o Donald, dessa vez o Trump, pede para que os americanos fiquem em casa.

Em todas as línguas a palavra mais falada é essa mesmo “casa”… Que ganha um novo significado, além de morada vira “abrigo”.

A muralha da China não impediu que o vírus se espalhasse. Deixamos todo o trabalho em cima das mesas e de um dia para o outro, tudo parou… Tenho a sensação de que não me despedi de ninguém… Fico imaginando que eu não posso perder ninguém, nem ir embora desse mundo sem me despedir. Será que abracei o suficiente? Será que disse a todos o quanto eu os amo… Não sei… Essa Guerra me deixou sem chão, verdades tão óbvias apareceram e quebraram paradigmas.

Precisou que o mundo parasse e o vírus ameaçasse nossa sobrevivência para que os pais percebessem que educação se faz em casa. E que escolas são centros de socialização. Que ensinar não é fácil e que professores são muito mais heróis do que aqueles que o cinema mostra. Que os mitos estão nos hospitais, de máscaras e sem condições de trabalho e não no Planalto onde a idiotização das pessoas toma forma humana e sem escrúpulos.

Se você aprendeu com a sabedoria dos mais velhos, sorte a sua, o mundo depois dessa tsumani será mais jovem, com menos rugas e menos sábio…

Ou talvez a sabedoria apareça nesse tempo, desde que ele sirva para entendermos que viagens foram canceladas porque a grande viagem que deve ser feita é pra dentro de nós mesmos. Para que você entenda que o importante não são os custos, mas os valores.

Que essa guerra sirva pra que você reveja seus conceitos, entenda que rico é o trabalhador, sem ele não existe riqueza. Que sem o homem a natureza é mais feliz e o céu mais azul. Que amigos usam a tecnologia pra se fazer perto, e que não existe distância para aqueles que se amam. Que vencer uma guerra no sofá é uma benção, e está em suas mãos. Sua casa é sua trincheira e na terceira guerra mundial a granada mais perigosa é água e sabão.

E quando passar, olhe pra essa quarentena e veja que ela foi apenas o tempo de incubação, que você precisou para renascer.

Texto de Adriana Giampietro