snowstorm

segunda-feira, 25 de março de 2013

FAÇA O SEU TESTE DE Q.I.


O quociente de inteligência QI é um índice calculado a partir da pontuação obtida em testes nos quais especialistas incluem as habilidades que julgam compreender as habilidades conhecidas pelo termo inteligência.

Uma pontuação de 100, por exemplo, significa que, quando comparado à maioria da pessoas em seu grupo de idade, você tem um nível de inteligência normal. Muitos psicólogos consideram aqueles que oscilam entre 95 e 105 como tendo um Q.I. normal ou médio. Sendo difícil acusar um Q.I. preciso, sua pontuação deve variar em torno de 5 pontos. Em adição, existem muitos fatores que podem afetar sua pontuação. Se você está cansado, doente ou distraído, sua pontuação será afetada. 
Regras  

1 ) Você tem 45 minutos para responder as 60 questões. Não exceda este tempo limite!.
2 ) Responda todas as questões. Se você não souber a resposta, chute... Chute também será considerado. Não deixe nenhuma questão sem resposta.
3 ) Se uma questão parece ter mais de uma resposta ou nenhuma resposta correta, escolha aquela que você considera ser a melhor dentre as alternativas dadas. Estas questões são feitas propositalmente para testar sua habilidade de pensamento e razão.
4 ) Se uma criança está fazendo o teste os pais devem ter certeza que a criança entende as instruções e questões de amostra antes que ela comece. Se a criança lê mal, os pais devem ler as questões para ela, mas não podem ajudá-la de qualquer forma definitivamente. Se é dada alguma ajuda à criança, o teste não refletirá um exato quociente de inteligência.
5 ) Ao final do teste será exibido sua pontuação e seu QI.


sábado, 23 de março de 2013

SAUDADE - PABLO NERUDA



Saudade

Saudade é solidão acompanhada, 
é quando o amor ainda não foi embora, 
mas o amado já... 

Saudade é amar um passado que ainda não passou, 
é recusar um presente que nos machuca, 
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais... 

Saudade é o inferno dos que perderam, 
é a dor dos que ficaram para trás, 
é o gosto de morte na boca dos que continuam... 

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: 
aquela que nunca amou. 

E esse é o maior dos sofrimentos: 
não ter por quem sentir saudades, 
passar pela vida e não viver. 

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

fonte : Plabo Neruda

sexta-feira, 22 de março de 2013

A HISTÓRIA E O FUTURO DO DISCO RÍGIDO – HD (HARD DISK)

 Winchester 3340

O Disco rígido ou também conhecido como HD (abreviatura de Hard Disk) é um componente eletrônico e mecânico localizado em seu computador e que serve para armazenar as informações que seu computador usa no cotidiano, como o sistema operacional, seus documentos, programas, fotos, vídeos e outros.
A história do disco rígido é interessante e fascinante, pois desde 1956 evoluiu de uma monstruosidade de cinquenta discos com dois metros de diâmetro e com capacidade para apenas 5 MegaBytes (5000000 bytes) para drives de hoje que medem por volta de 12 centímetros de comprimento, por 5 centímetros de largura e 1 centímetro de altura com capacidade de 8GB (e em constante evolução, claro).

História do HD - Disco Rígido 

Antes do armazenamento em disco, existiam os tambores. Em 1950, a Engineering Research Associates de Minneapolis construiu a primeira unidade de armazenamento magnético de tambor comercial para a Marinha americana, chamada de ERA 110. Ele podia armazenar um milhão de bits de dados (cerca de 1MB) e recuperar uma palavra em 5 milésimos de segundo.

HD ERA 110

Em 1956 a IBM inventou o primeiro computador com sistema de armazenamento em disco, o RAMAC 305 (Método de Acesso Aleatório de Contabilidade e Controle). Este sistema poderia armazenar cinco Mega Bytes e os discos tinham cerca de 24 polegadas de diâmetro.

Primeiro HD da IBM

Logo, em 1961 a IBM tinha inventado o primeiro disco com cabeças de rolamento de ar e em 1963 eles introduziram a unidade de embalagem de disco removível.


HD IBM com cabeças de ar
HD embalagem disco removivel

Em 1973 os discos flexíveis de oito polegadas foram introduzidos no mercado pela IBM. Eram discos grandes e podiam ser vendidos com drive e fonte de alimentação para que pudesse ser inserido o disco e lidos pelo computador.

Disquete de 8 polegadas da IBM
Inserindo disquete de 8 polegadas

Em 1973, novamente a IBM, começou as vendas do modelo Winchester 3340, uma unidade de disco rígido lacrada, o antecessor de todos os atuais discos rígidos que conhecemos atualmente (não é a toa que muitos profissionais mais velhos que lidam com informática ainda falam “Winchester”). O 3340 tinha dois fusos com capacidade de 30MB cada um e por isso o termo “Winchester 30/30”.

Winchester 3340

Em 1980 a Seagate Technology lançou o primeiro disco rígido para microcomputadores, o ST506. Era bem alto e tinha um motor veloz, com discos que armazenavam 5MB. Em seguida a Phillips inventou  unidades leitoras a laser óptico e em 1981 a sony lança os primeiros disquete de 3.5 polegadas que eram bem menores que os de 8 lançado pela IBM.
HD Seagate st506
Disquete de 3.5 polegadas

O primeiro drive de disquete de 3.5 foi feito pela Rodime em 1983. Os primeiros CD-ROM começaram a aparecer em 1984, sendo que em 1985 foi lançada um enciclopédia eletrônica nesta mídia. Seguindo em 1985, os discos começaram a ser baseados em IDE (Dispositivo Eletrônico Integrado), onde o controlador tornou-se incorporado com um circuito impresso na parte inferior da unidade do disco. A Quantum fez o primeiro “Hard Card”  em 1985.
Controladora IDE do HD
Hard Card da Quantum
Em 1986 começaram a serem produzidos os discos rígidos de 3.5 polegadas com atuadores de bobina de voz para as cabeças lerem os discos. Em 1988 estes atuadores diminuíram drasticamente fazendo com que cada vez mais os drivers ficassem menores.

Atuadores de bobina por voz no HD
Em 1997, os computadores estavam ficando rápidos, mas os discos rígidos não estavam acompanhando esta velocidade. Assim a Seagate lançou o primeiro HD Ultra ATA de 7.200 rotações por minuto para computadores desktop. Oito anos depois é lançado pela mesma fabricante o disco rígido com 15.000 rotações por minuto, chamado de Cheetah X15.

Alguns marcos que o IDE DMA, ATA/33 e ATA/66 tiveram:

1994 - DMA, Modo 2 com 16,6 MB/s
1997 - Ultra ATA/33 com 33.3 MB/s de velocidade de leitura
1999 - Ultra ATA/66 com 66,6 MB/s de velocidade de leitura

HD Seagate 7500 e 15000 rpm

Atualmente já contamos com SATA (tipo de cabo que melhora a velocidade de enviar e receber dados) e SCSI (melhoria do Serial ATA, ou conhecido como SATA com um novo protocolo de transferência de dados de maior velocidade na comunicação serial).
Enfim, foram longos anos e a forma de armazenamento ainda continua a mesma, só que com novas tecnologias e implementações que transformaram os discos magnéticos mais silenciosos, duráveis, velozes e confiáveis. Mas sinceramente há muito o que evoluir, pois os HDs não estão conseguindo acompanhar de forma satisfatória a velocidade dos novos processadores, memória, etc.

O futuro do armazenamento de informações

Os HDs são lidos por cabeças mecânicas, que são lentas e muitas vezes causam erros de leitura e escrita, principalmente em HDs já cansados (não é a toa que com o tempo o computador começa a ficar mais lento e apresentar erros ao abrir certos arquivos).
Acredito que em pouco tempo os HDs que conhecemos será totalmente substituídos pelos SSD (Disco de Estado Sólido) que são semelhantes aos discos rígidos em tamanho e aparência, mas internamente usam chips de memória flash para armazenar os dados persistentes com a intensão de proporcionar o acesso da mesma maneira de um tradicional bloco i/o de disco rígido.

Mas os SSDs não possuem partes móveis o que os tornam:

Menos suscetíveis a choques físicos e perdas de dados;

Mais silenciosos;

Menor tempo de acesso e latência, fornecendo uma velocidade muito maior;
SSD - Disco de Estado Sólido
O único problema hoje dos SSDs é que o valor por gigabyte em relação aos HDs de disco rígidos são bem maiores. Mas assim que os valores ficarem menores e os SSD se popularizarem, com certeza substituirão os HDs tradicionais.

fonte : dicasparacomputador.com

quinta-feira, 21 de março de 2013

CONHEÇA A MACABRA LOCALIDADE MAIS PROCURADA PELOS SUICIDAS NO JAPÃO.


Foto: Bem-vindo a Aokigahara, a floresta da morte. Lá, cerca de 100 corpos são encontrados todos os anos pelas autoridades. O local, que fica na base do Monte Fuji, é o principal destino dos japoneses que querem se suicidar. Saiba mais sobre este local macabro aqui — http://bit.ly/Yj7tZK

Nas histórias de ficção, é comum se deparar com florestas sinistras nas quais a morte vive à espreita. Contudo, de acordo com o vídeo acima — postado pelo site VICE —, existe no Japão um local real que se encaixa com essa descrição. Trata-se de uma floresta localizada na base do Monte Fuji chamada Aokigahara, também conhecida como a
 “floresta dos suicídios”.

Bem-vindo a Aokigahara, a floresta da morte

Segundo o vídeo, Aokigahara é um dos locais mais procurados pelos suicidas no Japão, e mais de 100 corpos são encontrados todos os anos pelas autoridades. Aparentemente, a fama surgiu depois da publicação de um livro no qual um dos personagens comete suicídio na floresta, e o local acabou se tornando popular para essa finalidade. Hoje, até existem placas pelas trilhas para dissuadir os suicidas.

Parque dos mortos

Aokigahara é aberta ao público, mas a partir de determinado ponto, devido à facilidade de que as pessoas acabem se perdendo, o acesso é restrito. E é por esse caminho que os suicidas costumam avançar, amarrando fitas pela trilha para que possam retornar no caso de que mudem de ideia. Assim, é comum que os indecisos acampem durante vários dias entre as árvores, para refletir sobre a decisão de pôr ou não um fim em suas vidas.
Além dos cadáveres, muitas vezes são encontrados objetos ritualísticos, manuais sobre o macabro procedimento e bilhetes de despedida. Historicamente, o suicídio no Japão era um ato ritual cometido pelos antigos samurais, e também existia o costume entre as famílias muito pobres de abandonar os idosos nas florestas. No entanto, hoje a motivação, infelizmente, é completamente diferente.

fonte : megacurioso.com.br

quarta-feira, 20 de março de 2013

CANDIDATO ESCREVE RECEITA DE MIOJO NA REDAÇÃO DO ENEM E TIRA NOTA 560

Trecho da redação do Enem em que um candidato ensina como preparar miojo  

Um candidato resolveu descrever como preparar um miojo no meio da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, que tinha como tema o movimento imigratório para o Brasil no século 21, e recebeu 560 pontos - a nota máxima é 1.000. A informação é do jornal "O Globo". ( Dia 18 ), o jornal carioca também informou que redações com nota máxima apresentaram erros como "trousse", "enchergar" e "rasoavel".

Após passar a receita, o estudante voltou a escrever sobre o imigração. Segundo o jornal, o candidato recebeu 120 pontos (de um total de 200) na competência 2 da correção, que avalia a compreensão da proposta da redação e a aplicação de conhecimentos para o desenvolvimento do tema. Já na competência 3, que avalia a coerência dos argumentos, o candidato recebeu metade dos pontos possíveis -- 100 de 200.O candidato escreveu dois parágrafos sobre o tema proposto e depois dedicou um parágrafo inteiro ao preparo do macarrão instantâneo  "Para não ficar muito cansativo, vou agora ensinar a fazer um belo miojo, ferva trezentos ml's de água em uma panela, quando estiver fervendo, coloque o miojo, espere cozinhar por três minutos, retire o miojo do fogão, misture bem e sirva".

Em nota enviada ao jornal "O Globo", o MEC afirmou que "a presença de uma receita no texto do participante foi detectada pelos corretores e considerada inoportuna e inadequada, provocando forte penalização especialmente nas competências 3 e 4". O órgão disse entender que o aluno não fugiu do tema nem teve a intenção de anular a redação, pois não feriu os direitos humanos e não usou palavras ofensivas.

fonte :programavip.com.br

O QUE SIGNIFICA CADA QUADRADO DE UM QR CODE?

Eles apareceram no mundo praticamente de uma hora para a outra. Quase que sorrateiramente e sem fazer nenhum barulho, os QR Codes começaram a surgir em vários lugares, desde embalagens de produtos até mesmo enigmáticas etiquetas espalhadas pelas grandes cidades. Hoje em dia, nós já vemos esses códigos pipocando em praticamente tudo: matérias de revistas, sites da internet, produtos em supermercados, programas, anúncios...
Mas como será que funciona esse sistema de identificação? Quem inventou? É seguro? Descubra um pouco mais sobre este tipo de código de barras bidimensional e entenda para que serve cada um dos quadradinhos que compõem a sua imagem.

Explicando o QR Code

Apesar de terem se popularizado somente nos últimos anos, os QR Codes surgiram há quase 20 anos, em 1994. Eles foram criados pela Denso Wave, uma empresa do grupo Toyota, e apareceram com a finalidade de facilitar a identificação das partes de carros nas fábricas e também o processo de logística como um todo. A tentativa de agilizar tudo isso até batizou o sistema: “QR Code” quer dizer, em inglês, “Quick Response Code” (algo como Código de Resposta Rápida).
Eles são uma espécie de evolução dos códigos de barras tradicionais, ordenando as informações em uma matriz de duas dimensões. Com isso, eles são capazes de armazenar até 100 vezes mais dados e caracteres do que os tradicionais códigos de barras de apenas um 1D.

Como funcionam

Aquele código “tradicional”, composto por várias barrinhas enfileiradas e que você encontra na embalagem do seu biscoito favorito, por exemplo, é entendido pelas máquinas graças a uma espécie de luz que é emitida pelos leitores específicos para esse tipo de imagem.
O que significa cada quadrado de um QR Code? 

Leitores "tradicionais" (Fonte da imagem: Reprodução/Barcode Man)
O aparelho lança um feixe iluminado (na maioria das vezes, uma espécie de laser vermelho) e os intervalos pretos e brancos do código de barras refletem um padrão de volta para a máquina. É essa resposta entendida pelo leitor que traz as informações alfanuméricas sobre o produto quando ele passa no caixa de supermercado, por exemplo.
Já o QR Code trabalha de maneira diferente. Como dito acima, ele é “montado” em um padrão de duas dimensões e até mesmo devido a toda a sua complexidade, ele pode ser lido digitalmente. Assim, enquanto a câmera do seu smartphone captura a imagem, um programa específico utiliza o processador para compreender todas as informações presentes no código.

Cada quadradinho faz a sua parte

Os QR Codes, como você já deve ter percebido, são elaborados com diversos pixels pretos. Esses pequenos quadradinhos representam todo o conteúdo presente dentro do código e aqui são chamados de módulos.
Tudo no QR Code funciona de maneira regionalizada – e cada um daqueles quadradinhos (e quadradões!) pretos e brancos tem uma função específica. O trabalho deles começa por aqueles três maiores que estão presentes nos cantos do código. Eles servem como uma ferramenta de orientação para informar onde estão os outros dados, além de ajudar para que o leitor consiga identificar o QR Code em qualquer posição.

Já aquele outro quadrado maior do que o resto e que está posicionado um pouco mais “para dentro” do código, na parte inferior direita do QR Code, trabalha como um guia de alinhamento, mostrando como a imagem deve ser lida e processada.
Ao lado de dois dos quadrados maiores, aqueles posicionados respectivamente nas partes inferior esquerda e superior direita do código (como visto na imagem que abriu o artigo), existem algumas regiões que determinam qual é a versão do QR Code utilizada.
Existem mais de 40 tipos e eles variam em tamanho, quantidade e também na configuração dos módulos. Um QR Code pode ir desde a formatação de 21 x 21 pixels até 177 x 177 módulos, a alternativa de código mais complexa desenvolvida até o momento.
Em destaque na imagem lá em cima e ligando os quadrados maiores, nós temos os chamados padrões de temporização (“timing patterns”). Eles servem para informar ao leitor qual é o posicionamento das linhas e colunas dentro do código.

Os perigos dos QR Codes 
 
As partes em destaque amarelo – e que também estão posicionadas perto dos quadradões de referência – determinam qual é o formato do QR Code, ou seja, para onde ele o levará, se é uma mensagem de texto, se ele vai encaminhar você para o Twiter da empresa ou se é um link para uma página da internet. Além disso, ele também aponta a composição dos dados presentes no código, informando se ali existem números, letras ou uma combinação de diversos tipos de caracteres.
Todo o resto que contém os trechos impressos e intercalados do QR Code representa grande parte da informação que acompanha o código. Aqui nesse “recheio”, os módulos trabalham em conjuntos de oito “peças” cada um.
Essas partes agrupadas podem ser chamadas de “bytes”. Eles são dispostos em sua maioria em desenhos que parecem pecinhas de Tetris, e cada um deles representa um pedaço do QR Code que pode ser lido ou ignorado pelo sistema que vai processar o código.
Essa ordenação faz com que se apenas um módulo dos oito que compõem uma dessas peças seja “alterado”, todo o grupo passe a não responder – algo que tanto pode ser bom como também pode ser ruim para o código.
Veja só: caso um “byte” com conteúdo válido do código seja alterado, isso provavelmente vai fazer que com ele pare completamente de funcionar. Em contrapartida, se você mexer em um pixel de algum grupo “vazio” e sem nenhum dado gravado, todo o “byte” poderá ser totalmente removido sem que o QR Code seja afetado.

O que significa cada quadrado de um QR Code? 
É possível brincar com os códigos (Fonte da imagem: Reprodução/YouTheDesigner)
Graças a esse funcionamento, diversas empresas que fazem uso desses códigos têm aproveitado esse recurso de forma bastante criativa, substituindo os “bytes” vazios por desenhos pixelizados, logos especiais da companhia ou símbolos de promoções, por exemplo.
Por último, mas não menos importante, o QR Code precisa também estar envolto por margens brancas em todos os seus quatro lados. Isso serve para delimitar o tamanho e a área do código, apontando assim o que deve ser lido pelo aplicativo ou máquina específica.

É seguro?

A Denso Wave liberou os códigos de programação e, apesar de ser detentora da patente dos QR Codes, eles permitem que todo mundo utilize o sistema de forma totalmente livre. Isso, além de popularizar a sua utilização, também pode acabar significando alguns riscos para as pessoas de bem – pois sempre existem os indivíduos mal-intencionados.
No Tecmundo já foi abordado os perigos existe por trás dos QR Codes e quais os riscos de você sair abrindo tudo o que encontrar pela frente. Até vírus que faziam as pessoas pagarem por mensagens não desejadas já foram lançados na Rússia, por isso todo o cuidado é pouco.

Cada vez mais poderosos

Os primeiros QR Codes contavam com uma organização de 21 x 21 módulos. Esse primeiro modelo é ainda utilizado e tem uma capacidade de armazenar até 41 elementos numéricos. A evolução, contudo, faz com que os códigos possam guardar cada vez mais informação.

O que significa cada quadrado de um QR Code? 

Cada vez mais informação (Fonte da imagem: Reprodução/QR Code)
Como dito acima, existem até 40 tipos de organização e tamanho para um QR Code. A última versão, a v40, conta com uma ordenação de 177 x 177 pixels. Com isso, ele é capaz de carregar até 7.089 caracteres numéricos.
Outro ponto que merece muito destaque é o fato de que os QR Codes também contam com um sistema de prevenção de erros. Todos eles trazem um algoritmo de correção chamado “Reed Solomon Error Correction”, capaz de salvar a pele dos códigos que estejam com alguns “bytes” danificados.
Existem quatro níveis e o seu poder de correção é inversamente proporcional à capacidade de armazenamento dos QR Codes. Ou seja, quanto melhor for o sistema para evitar erros, menor será o número de caracteres alfanuméricos presentes no código. Confira:
Nível L: conta com 7% de poder de correção; 
Nível M: conta com 15% de poder de correção; 
Nível Q: conta com 25% de poder de correção; 
Nível H: conta com 30% de poder de correção.

Para o futuro

Alguns especialistas apontam os QR Codes como os concorrentes do sistema NFC, utilizado em alguns smartphones para a realização de pagamentos digitais. Eles acreditam que os códigos criados pela Denso também podem atender a este tipo de demanda, contudo a moda ainda não “pegou” para valer.

O que significa cada quadrado de um QR Code? 

Abusando dos QR Codes (Fonte da imagem: Reprodução/QR Code Express)
Além disso, outros afirmam que o uso dos códigos está sendo “banalizado” pelas agências de marketing digital. Segundo eles, as companhias têm utilizado os QR Codes em campanhas desesperadas, incluindo-os em tudo e fazendo com que as pessoas acabem perdendo o interesse nas possibilidades exclusivas que este tipo de “atalho” poderia proporcionar.
Mesmo assim, há um crescimento constante na utilização dos códigos. Além de eles serem a ferramenta do tipo mais utilizada no Japão, a comScore afirma que, no período entre julho de 2011 e junho de 2012, o crescimento da sua utilização na Europa foi de incríveis 96% – algo bastante significativo.



terça-feira, 19 de março de 2013

DIA 19 DE MARÇO, DIA DE SÃO JOSÉ E AS CHUVAS DA ÉPOCA



Tradicionalmente no catolicismo celebra-se a festa de são José no dia 19 de março e, especialmente no nordeste do Brasil, há uma crença forte de que se não chover até o dia do santo acima citado, não há inverno. Há novenas em honra ao pai adotivo de Jesus. Mas que relação há entre as chuvas e a festa josefina? No dia 19 de março há, no mundo inteiro o “equinócio de outono”, que é um dado meteorológico quando entre os dias 19 e 21 de março acontece o “equinócio” de março. Equinócio é uma palavra que deriva do latim (aequinoctium), e significa “noite igual”, e refere-se ao momento do ano em que a duração do dia é igual à da noite sobre toda a Terra. Teoricamente o sol está sobre o equador. Astronomicamente isto se dá quando a Terra atinge uma posição em sua órbita onde o Sol parece estar situado exatamente na intersecção do círculo do Equador Celeste com o círculo da Eclíptica; ou seja, instante em que o Sol no seu movimento anual aparente pela Eclíptica, corta o Equador Celeste, apresentando declinação de 0º. Assim acontecem em março a primavera no hemisfério norte e outono no hemisfério sul. Os solstícios. A palavra Solstício, deriva do latim, sol + sistere (solstitium), que significa parado, imobilizado e está associada à idéia de que o Sol estaria como que estacionário. Marca a época do ano em o Sol, no seu movimento aparente na esfera celeste, atinge o máximo afastamento angular do Equador.
Em várias culturas ancestrais à volta do globo, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal da religião cristã. O solstício de inverno, o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. Festas pagãs das mitologias persa e indú referenciavam as divindidades de Mitra como um símbolo do "Sol Vencedor", marcada pelo solstício de inverno. A cultura do império romano incorporou a comemoração dessa divindade através do Sol Invictus. Com o fortalecimento da religião cristã, a data em que se comemorava as festas pagãs do "Sol Vencedor" passaram referenciar o Natal através da comemoração do nascimento de Jesus Cristo, sem vínculos diretos com as antigas festas pagãs.
Assim como o judaísmo impôs o nome de seu Deus Javé aos outros povos a seu redor, como por exemplo, os locais sob as árvores que eram considerados sagrados aos deuses de fertilidade, os israelitas passaram a usar estes santuários como de Javé, os cristãos primitivos assumem os locais e datas consagrados aos deuses e deusas não cristãos. O domingo que era o dia do “divino solis invictus”, o divino sol invicto, o deus da luz desde o antigo Egito, os cristãos dedicaram o domingo como o Dia do Senhor”. Outro costume foi dedicar a cidades, locais, datas celebraticas etc, sob a proteção de um santo, pois quando os israelita chegaram a Babilônia como prisioneiros de Nabucodonosor para o exílio (586 a 538 a. C), já encontraram este costume religioso/cultural e lá o padroeiro da cidade era o Deus Marduk que em uma batalha derrota a Deusa Thiemat e faz o universo  os pedaços desta .
Paulatinamente os cristãos vão atribuindo santos padroeiros (o que protege, dá proteção) às cidades, situações etc. São José é o padroeiro da Igreja católica, das famílias e dos trabalhadores e, no Nordeste brasileiro o povo passa a atribuir a ele o poder de mandar chuvas, pois a região é geograficamente favorável a secas ou pouco inverno. Este, para nós é simplesmente uma quadra invernosa, e depende de dois fatores climáticos: o aquecimento das águas do Oceano Pacífico à altura do Chile e das correntes fluviais do Atlântico que vêm da África conhecidas como Zona de Covergência Intertropical. Isto é ciência e os que aqui chegaram o colonizaram o Nordeste e implantaram o catolicismo, não sabiam disto como hoje sabemos. E também: Bíblia, Igrejas, religião não são ciências. Meteorologia é Ciência e a ela compete explicar as condiçoes climáticas, nem sempre “acertadas”. Daí a expressão popular de que só Deus sabe tudo. Juntemos fé e Ciência, como afirmava Tomás de Aquino, confiando na Ciência, digamos: 
São José, rogai por nós.

fonte : hjnoticias.blogspot.com.br