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sábado, 20 de julho de 2024

CHEIAS NO RIO GRANDE DO SUL REVELA FÓSSIL COM MAIS DE 200 MILHÕES DE ANOS

 

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A chuva no Rio Grande do Sul revelou o fóssil quase completo de um dinossauro de mais de 200 milhões de anos. A descoberta foi em uma área rochosas, em um sítio, no município de São João do Polêsine, a 280 km de Porto Alegre. O fóssil bem preservado e praticamente completo é de um grupo de dinossauros do período Triássico. Quando viveu, por exemplo, a espécie Gnathovorax - também descoberta na região central.Os temporais que atingiram o estado lavaram o solo e deixaram expostos fósseis novos na região. Embora a chuva possa ser uma aliada dos paleontólogos para encontrar esses fragmentos, a forma com que o Rio Grande do Sul foi atingido em maio traz também uma preocupação."A gente precisa dessa chuva para que ela exponha todo esse material, para que facilite coletar esses materiais, porque a gente não possui nenhum equipamento. Mas também é uma corrida contra o tempo, porque temos esse tempo de chuva e sol, e novamente passamos por processos de chuva, que acabam arrastando também alguns materiais mais fragmentários que a gente tem”, explica Fabiula de Bem, paleontóloga do CAPPA/UFSM.

Texto extraído do site G1


sexta-feira, 3 de março de 2023

PEGADA FOSSILIZADA DE MULHER COM CRIANÇA.

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Pegadas fossilizadas revelam cena familiar de milhares de anos atrás.
Estudo analisou pegadas que seriam de uma jovem e uma criança datadas de entre 11,5 mil e 13 mil anos atrás, no finzinho do período conhecido como Pleistoceno, ao longo de 1,5 km em parque dos EUA.
Às margens de um lago, uma jovem caminha pela lama um tanto escorregadia carregando uma criança pequena. Eventualmente para e bota a criança no chão, caminham um pouco juntas, e a jovem a carrega de novo. Tem pressa, e não é para menos. Naquele lago vêm beber água mamutes, preguiças gigantes e toda espécie de animais. É preciso seguir logo.
“Essa pesquisa é importante para nos ajudar a entender nossos ancestrais humanos, como viviam, suas similaridades e diferenças”, disse Sally Reynolds, paleontóloga da Universidade de Bournemouth, na Inglaterra, e co-autora do estudo. “Podemos nos colocar no lugar deles e imaginar como é carregar uma criança de um braço para o outro enquanto cruzamos um terreno difícil, rodeado por animais potencialmente perigosos”.

Fonte: Skynews Astronomia