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domingo, 18 de dezembro de 2022

FUI CONHECER SÃO PAULO, CAPITAL.

Entrada do Museu Ipiranga.
Foto: Fl@vio

No mês passado, entre os dias 8 e 12 de novembro, aproveitei minhas férias para conhecer alguns pontos turísticos da cidade de São Paulo, capital.
Lá conheci o museu Ipiranga com o Parque da Independência onde se encontra o Monumento da Independência. Alguns dias antes já havia agendado minha visita pelo site da própria instituição. Fiquei por lá em torno de quatro horas passeando entre as galerias e andares do prédio. Também conheci o famoso quadro de Pedro Américo, "O grito da independência". 
No segundo dia de estada reservei uma parte da manhã para conhecer a Catedral Metropolitana, localizada na Praça da Sé, local onde está o marco zero da capital Paulista.
Com estilo gótico, ela esbanja sua magnitude por sua incrível arquitetura e detalhes.
Logo após voltar ao hotel em que estava hospedado, planejei ir a Pinacoteca, um museu com variadas obras de artes que vão desde a esculturas a quadros e outros símbolos que demonstra criatividade, pensamento,  ou até mesmo uma crítica social.
Ao retornar novamente ao hotel, ainda à tarde fui conhecer o ilustre Theatro Municipal de São Paulo em uma visita guiada pelo interior do prédio. Local decorado com pinturas além de uma arquitetura luxuosa que nos remete ao século 18. Ainda tivemos a sorte de assistir um pouco do ensaio de uma orchestra sinfônica. Terminado a visita, aproveitei o finalzinho da tarde para caminhar pelo centro onde me deparei com a igreja católica de São Francisco onde entrei para fazer alguns registros e meditar um pouco.
No dia seguinte, por ser o último dia de estadia em São Paulo tinha em mente pouco tempo para conhecer muitos lugares. E logo após ter tomado meu café da manhã iniciei o dia indo ao Parque do Ibirapuera, local de lazer  para todo os públicos. Local de contato com a natureza,  caminhei por vários minutos apreciando a paisagem, até me dirigir ao Monumento às Bandeiras construída em homenagem aos bandeirantes que desbravaram as regiões do país. 
Após o passeio pelo parque fui ao Masp - Museu de arte e cultura de São Paulo Assis Chateaubriand, idealizado pelo jornalista paraibano Assis Chateaubriand com o crítico de arte italiano Pietro Bard. Reúne um grande acervo de obras de artes em exposição no primeiro andar do prédio com um formato modernista e que chama a atenção por quem passa pela avenida.
Para concluir os passeios turísticos pela capital paulista à tarde fechei com chave de ouro indo conhecer ao centro de ciências conhecido por Museu do Cata-vento.
Esse ambiente reúne um rico conteúdo educativo por permitir não apenas em conhecimentos teóricos como práticos. É uma espécie de parque de diversão de ciencia que a criançada adora. O ambiente divide-se em vários setores como a astronomia, antropologia entre outros como o estudo das rochas, camadas terrestre, além de exemplares empalhados de algumas das espécies de borboletas. 
Houve muitos lugares interessantes em São Paulo que devido ao tempo não foi possível conhecer, - como por exemplo o Zoológico, tendo assim que riscar da agenda para quem sabe um dia um futuro retorno.







Quadro de Pedro Américo(O grito da independência)


Exterior do Museu Ipiranga




Parque da Independência.



Antigo casebre preservado, típica construção daquela época.

Monumento da Independência.






Entrada da Pinacoteca.





Theatro Municipal da cidade de São paulo.

Interior do Theatro.








Ensaio de uma orchestra.


Catedral Metropolitana






Interior da catedral.




Altar principal.





Marco Zero da capital paulista.


Igreja Nossa Sta do Rosário dos Homens de Preto.

Interior da igreja.

Passeio pelo parque do Ibirapuera.

Casa de "João de barro"








Monumento às bandeiras.

Museu de arte de São Paulo - Masp.










Centro de ciências "Catavento".

Exemplar ampliado de uma formiga saúva.

Borboletas empalhadas.


Tigre dente de sabre que conviveu com os índios brasileiros há 10 mil anos.

Modelos dos ancestrais do ser humano..






Animatronic de um T-rex.




Exemplar de um meteorito real.



Interior da igreja.

Fonte:
Fotos e Texto por Fl@vio









sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

ÁLBUM “THRILLER”, DE MICHAEL JACKSON, COMPLETA 40 ANOS .

 
Img Google 

Há quarenta anos, no dia 30 de novembro de 1982, era lançado o álbum que se tornaria o mais vendido de todos os tempos: “Thriller”, do cantor Michael Jackson.
O disco consagrou Jackson definidamente como o “Rei do Pop”, a obra recebeu oito Grammys, premiação que reconhece a excelência do trabalho e conquistas do setor musical. “Thriller” colocou o nome do cantor no mapa mundial e revolucionou a indústria, desde o seu lançamento o álbum vendeu mais de 100 milhões de cópias, 33 milhões nos Estados Unidos e mais de 105 milhões mundialmente. 
A produção de “Thriller” contou com nomes estrelados, como Quincy Jones, Eddie Van Halen, Paul McCartney e Vincent Price, lenda do cinema de terror que participou do trailer da canção título. O vídeo de 12 minutos foi lançado em dezembro de 1983 e surpreendeu o público com efeitos especiais espetaculares, coreografia marcante e um enredo ambicioso: homenagear mitos do horror com lobisomens e zumbis em cena.

Fonte: 
Texto extraído do site Darkflix

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

CONHEÇA O TRÁGICO FIM DA FAMÍLIA ROMANOV.

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 Com o poder dos bolcheviques crescendo a cada dia na Rússia, o czar Nicolau II e sua família foram levados para a inconfundível Casa Ipatiev, em Ecaterimburgo. Na época, todavia, a propriedade foi apelidada estrategicamente de Casa da Proposta Especial. Foi nesse mesmo período que os bolcheviques passaram a acreditar que os checoslovacos tinham o objetivo de libertar os Romanov. Por isso, inclusive, eles teriam acelerado a execução da família do último czar da Rússia.
Acontece que, para os bolcheviques, a família de Nicolau II e o próprio imperador poderiam representar uma esperança para o Exército Branco, composto por uma aliança entre anticomunistas, o czar poderia, inclusive, ser considerado o legítimo governante da Rússia pelas nações europeias caso continuasse vivo.

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O massacre covarde

Tudo começou por volta da meia noite do dia 17 de julho 1918. Apressado para acabar com os prisioneiros, o comandante Yakov Yurovsky exigiu que o Dr. Eugene Botkin, médico dos Romanov, acordasse toda a família e os vestisse apropriadamente. A desculpa dada por Yurovsky era de levar Nicolau II e seus herdeiros para um local seguro, que, na verdade, era apenas uma sala de 30 m2. Para os Romanov, restava esperar por um caminhão de transporte, que os tiraria dali,  mas já sem vida. Após alguns minutos de mistério, Yurovsky irrompeu pela porta dupla do aposento e sentenciou Nicolau II, lendo a ordem de condenação redigida pelo Comitê Executivo do Ural. O czar não conteve sua surpresa, mas mal teve tempo de fazer alguma pergunta.
Percebendo a situação em que se encontravam, a czarina Alexandra e a grã-duquesa Olga tentaram fazer um sinal da cruz, mas não conseguiram terminar suas rezas. Com as armas apontadas para a família, Yurovsky ordenou que o fuzilamento começasse.
No total, foram cerca de 70 balas disparadas (sete para cada atirador) em um período de curtos 20 minutos.

Local da execução(Img Google)

Logo que todos os membros da família e seus empregados foram dados como mortos, as portas da sala foram abertas, para que a fumaça da pólvora se dissipasse. Os corpos fuzilados, então, foram colocados em um caminhão, que os levou até sua cova. No meio do transporte, Yurovsky descobriu que Pyotr Ermakov e seus soldados estavam embriagados e que haviam trazido apenas uma pá para o enterro da família do czar. Para piorar, o caminhão ainda ficou atolado em uma área pantanosa da região.
Por isso, inclusive, todos os corpos foram enterrados nas proximidades da linha férrea Gorno-Uralsk. A vala onde os cadáveres foram sepultados tinha cerca de 60 cm de profundidade e, para que os Romanov não fossem reconhecidos, seus corpos foram mergulhados em ácido sulfúrico e cobertos por cal virgem. Era o fim definitivo do czar.

Fonte:
Texto extraído do