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sexta-feira, 10 de maio de 2013

ILUSÕES DE OTICA

 
Damos o nome de ilusão de óptica às ilusões que enganam o nosso sistema visual.
 A ilusão faz com que enxerguemos qualquer coisa que não esteja presente ou
 faz com que enxerguemos imagens de uma forma errada.


A imagem de um objeto, transmitida pela visão ao cérebro, é decodificada e interpretada. Porém, em determinadas condições, essa interpretação pode ser errônea, pois temos certa dificuldade em comparar ângulos, comprimentos e distâncias. A essa interpretação errônea do que vemos damos o nome de ilusão de óptica.

Vejamos alguns exemplos que selecionamos pra você:

















Uma Moça ou uma Velha?


Quantas patas tem esse elefante?




A a mesma imagem vista de cabeça para baixo





Observe fixamente para essa bandeira por alguns segundos e em seguida olhe para uma folha branca,
 que as cores originais da bandeira do Brasil surgirá





































Nesta imagem você pode encontrar quantos tigres ?











A mesma imagem virada forma outra figura. 
Você Consegue descobrir quais são os dois animais?


Quantos rostos você consegue encontrar?













fonte :
texto brasilescola imagens Google










quarta-feira, 17 de abril de 2013

CÂNCER, ASPECTOS GERAIS



Células cancerígenas no pulmão
“Câncer” é uma palavra de origem latina que significa caranguejo. Isso se deve ao fato de que o câncer apresenta projeções que atacam células vizinhas e essas projeções se assemelham aos tentáculos desse animal. Assim, apresenta-se diferente do tumor benigno, que é compacto, bem delimitado.

Suas causas são variadas e, muitas vezes, seu surgimento está relacionado a mais de um fator. A exposição desprotegida e excessiva ao Sol, à radioatividade e a determinados produtos químicos (arsênico, amianto, níquel, benzeno, formaldeído, etc.); infecção por alguns vírus, como o HPV; além de alimentação inadequada, ingestão exagerada de bebidas alcoólicas e o hábito de fumar são exemplos de causas ambientais. Além disso, a própria velhice e a predisposição genética são outros fatores de risco.

O câncer é formado por células defeituosas, de crescimento rápido e desordenado e pode se espalhar para outras regiões do corpo (metástase). Assim, sua remoção completa tende a ser difícil, ou mesmo impossível, dependendo da região acometida, sendo claro o porquê de também ser chamado de tumor maligno.

Tumores benignos são constituídos por células bem semelhantes às que os originaram. Isso não acontece no caso dos tumores malignos, uma vez que infiltram outros tecidos e possuem alto índice de duplicação celular. Esse fato permite com que alguns cânceres possuam a capacidade de produzir antígenos.



As metástases ocorrem quando células cancerosas se desprendem do tumor e, ao alcançarem vasos sanguíneos ou linfáticos, acabam se disseminando para outras regiões do organismo. Felizmente, não são todos os cânceres que manifestam esse problema e, quando este ocorre, a rapidez com que isso acontece é bem variável, de indivíduo para indivíduo.

Como células cancerosas são menos especializadas que as que habitam normalmente a região invadida, as funções do organismo tendem a se comprometer. Além disso, o câncer pode liberar substâncias que aceleram o processo de comprometimento das células sadias. Por este motivo é que muitas pessoas acometidas se apresentam bastante debilitadas.

O tratamento para esse problema depende da região, tamanho do tumor, grau de comprometimento e condições de saúde do paciente. Cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia biológica, hormonioterapia, transplante de medula óssea e terapia gênica são alguns dos tratamentos, que podem ser feitos isoladamente ou em conjunto.

O câncer pode ser curado, principalmente se o tratamento for iniciado precocemente. Por isso, é importante fazer exames preventivos, como papanicolau, mamografia e exame de próstata; fazer check-ups periodicamente; e visitar o médico ao perceber alguma alteração no organismo.

Existem mais de 100 tipos de câncer, variando quanto ao tipo de tecido e região acometidos. Oncologia é o nome da ciência responsável pelo seu estudo.





terça-feira, 16 de abril de 2013

O QUE É SÍNDROME DO PÂNICO?

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A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada. 


Causas

A causa é desconhecida A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.

A síndrome do pânico é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas.

Exames

Muitas pessoas com síndrome do pânico buscam tratamento primeiro no pronto-socorro, pois os ataques de pânico parecem ataques cardíacos.

O médico realizará um exame físico, incluindo uma avaliação psiquiátrica.

Serão realizados exames de sangue. Outras doenças devem ser descartadas antes de diagnosticar a síndrome do pânico. Devem ser considerados distúrbios relacionados a abuso de drogas, pois os sintomas podem ser iguais aos de ataques de pânico.

 Sintomas de Síndrome do pânico

O ataque de pânico começa de repente e, na maioria das vezes, atinge seu ápice dentro de 10 a 20 minutos. Alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. Um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco.  

 Os ataques de pânico podem incluir ansiedade por estar em uma situação da qual seria difícil escapar (como estar no meio de uma multidão ou viajando em um carro ou ônibus).

Uma pessoa com síndrome do pânico muitas vezes vive com medo de ter outro ataque e também pode ter medo de estar sozinho ou longe da ajuda médica.

As pessoas com síndrome do pânico têm pelo menos quatro dos seguintes sintomas durante um ataque: 


Dor no peito ou desconforto
Tontura ou desmaio
Medo de morrer
Medo de perder o controle ou de uma tragédia iminente
Sensação de engasgar
Sentimentos de indiferença
Sensação de estar fora da realidade
Náuseas ou mal-estar estomacal
Dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto
Palpitações, ritmo cardíaco acelerado ou taquicardia
Sensação de falta de ar ou sufocamento
Suor, calafrios ou ondas de calor
Tremores

Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas com a síndrome do pânico muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico. 

 As pessoas com essa síndrome podem ter sintomas de:

Alcoolismo
Depressão
Abuso de drogas

Os ataques de pânico não podem ser previstos. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, não há nada específico que desencadeie o ataque. Lembrar de um ataque anterior pode desencadear ataques de pânico.

Os ataques de pânico não podem ser previstos. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, não há nada específico que desencadeie o ataque. Lembrar de um ataque anterior pode desencadear ataques de pânico. 


Expectativas
Os ataques de pânico podem durar muito e ser de difícil tratamento. Algumas pessoas com essa síndrome podem não se curar com o tratamento. Entretanto, a maioria das pessoas melhora com uma combinação de medicamentos e terapia comportamental.


 Complicações possíveis

Pode ocorrer abuso de substâncias quando as pessoas com síndrome do pânico tentam lidar com seu medo usando álcool ou drogas ilegais.

 As pessoas com síndrome do pânico têm mais probabilidade de ficar desempregadas, ser menos produtivas no trabalho e de ter relações pessoais difíceis, inclusive problemas matrimoniais.

A agorafobia surge quando o medo de futuros ataques de pânico leva alguém a evitar situações ou lugares que acredita que causem os ataques. Isso pode levar a pessoa a restringir muito os lugares aonde vai ou suas relações pessoais. Consulte: Síndrome do pânico com agorafobia

A dependência de medicamentos contra ansiedade é uma possível complicação do tratamento. A dependência envolve a necessidade de um medicamento para poder agir normalmente e para evitar sintomas de abstinência. Não é o mesmo que vício.  


Este  texto é um resumo.
A Matéria Orignal pode ser encontrada na integra no site :