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sábado, 6 de abril de 2013

O QUE ACONTECERIA COM A TERRA SE A LUA SE AFASTASSE?

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imagem google

Seria o inferno. Para começar, os dias seriam 48 vezes mais longos. Durante a noite, as temperaturas matariam todo mundo de frio. Ao longo do dia, ninguém suportaria o calor. No litoral, ventos violentíssimos de 200 km/h seriam uma brisa comum. Algum sinal de vida? Esquece: não sobraria quase nada, a não ser bactérias e vermes super-resistentes. Tudo isso mostra como a Terra é dependente dessa bola estéril de minerais que chamamos de Lua. Só para dar uma idéia, antes de o satélite começar a orbitar nosso planeta, um dia durava algo entre seis e oito horas. De lá para cá, a interação com a Lua vem freando a rotação do planeta. Pela mecânica celestial, isso acontece conforme o satélite se afasta. E olha que ele já esteve bem perto: há mais de 4 bilhões de anos, estima-se que a Lua ficava a apenas 25 mil quilômetros da Terra - hoje, a distância é 15 vezes maior. Com essa fuga, a velocidade de rotação do planeta foi diminuindo aos poucos.

Em cerca de 3 bilhões de anos, a duração do dia já tinha saltado para 18 horas. E não pense que nosso dia de 24 horas vai durar para sempre. A Lua continua se distanciando - agora, a um ritmo mais rápido do que antes, a uma taxa de 3,8 centímetros por ano. Esse processo deve continuar até que o satélite esteja a 560 mil quilômetros de distância. Quando isso ocorrer, a rotação da Terra vai se estabilizar, os dias vão ter 1 152 horas e a vida por aqui será a bagunça que você leu no início do texto. Mas não se preocupe: primeiro, esse eterno fim dos tempos vai demorar pelo menos uns 4 bilhões de anos para acontecer. Segundo, esse cenário caótico provavelmente não vai ter testemunhas. Em cerca de 1 bilhão de anos, o Sol vai estar 10% mais quente. Isso já será suficiente para fritar qualquer forma de vida por aqui. Para acontecer o que você vê nestas páginas, só se a Lua se desgarrasse de uma vez só, do dia para a noite.

Mergulhe nessa
Na livraria:

Physics of the Earth, F.D. Stacey, John Willey & Sons, 1969


Na internet:

www.cco.caltech.edu/~alex/Explanations/O&AabouttheEarthandMoon.htm
Apocalipse lunar Com o satélite longe, o clima do planeta viraria um caos e a vida desapareceria

 
1. Hoje, a Lua está a 384 mil quilômetros da Terra. A essa distância, o satélite exerce grande influência na duração do dia terrestre, com suas 24 horas, além de atuar no sobe-e-desce das marés oceânicas. Em um longo espaço de tempo, porém, essa situação vai mudar: a Lua está se afastando de nós cerca de 3,8 centímetros por ano

2. Daqui a 4,6 bilhões de anos, quando nosso satélite estiver a cerca de 560 mil quilômetros, a Terra vai ficar inabitável. O principal efeito do afastamento lunar é que a rotação do planeta ficará mais lenta. Com isso, os dias passarão a durar 1 152 horas, bagunçando o clima do planeta e impedindo a vida, como você confere nas cenas que ilustram nosso infográfico


Chuva no Litoral

A temperatura dos pólos não seria afetada pelos dias e noites mais longos — tais períodos vão continuar durando seis meses nesses lugares, como acontece hoje. A diferença é que a temperatura nas áreas tropicais aumentaria a uma taxa que é impossível prever hoje. O certo é que os choques das massas de ar frio com as extremamente quentes criariam tempestades capazes de deixar debaixo d’água cidades litorâneas como Nova York

Deserto no interior

Se a rotação diminui, os ventos no sentido leste-oeste, que geram boa parte das chuvas no Brasil, perdem intensidade, pois é o giro da Terra que dá força para eles. Como os ventos norte-sul passariam a predominar, as tempestades que começam com a evaporação da água do mar teriam dificuldade para entrar nos continentes. Com isso, regiões interioranas como o Centro-Oeste brasileiro ficariam muito mais secas

Temperatura misteriosa

Os cientistas têm duas hipóteses sobre como seria o clima durante a "noite" de 576 horas. A primeira é que a parte do planeta que ficar no escuro experimentará temperaturas polares, em torno de -30 ºC. A segunda é que a evaporação na parte iluminada poderia criar nuvens monstruosas de até 100 quilômetros de altura. Elas segurariam o calor do Sol, esquentando a parte escura por efeito estufa. É exatamente o que acontece em Vênus, onde a noite dura 2 916 horas e a temperatura gira na casa dos 400 ºC

Vidas em perigo

Com calor ou frio, chuva ou seca, a vida estaria praticamente extinta. Nenhum vegetal ou alga, por exemplo, agüentaria 576 horas (24 dias na rotação de hoje) sem luz solar. Só isso já arrebentaria qualquer cadeia alimentar. Os únicos seres que certamente agüentariam seriam bactérias e vermes que já vivem em condições extremas, como no fundo dos oceanos, sob uma pressão mil vezes maior que a da superfície e sem nunca terem visto o Sol. O mundo seria só deles!

fonte : mundoestranho.abril.com.br

sexta-feira, 5 de abril de 2013

QUAL É O MELHOR MENSAGEIRO INSTANTÂNEO DO MOMENTO?



Uma morte anunciada; mas que deixou muitos órfãos. Afinal, ultimamente muita gente abandonou o comunicador instantâneo que reinou durante muito tempo na internet; 
o popular MSN Messenger.
Calma, para quem ainda usa o serviço, não há motivo para luto, nem velório. Agora o Skype, também da Microsoft, dará total suporte aos antigos contatos do MSN, tanto com mensagens instantâneas quanto conversas com vídeo e voz. Ou seja,  o MSN vira Skype. Para quem ainda não conhece – se é que alguém ainda não conhece – o Skype é um programa que faz chamadas gratuitas para outros usuários Skype e, comprando créditos, dá até para ligar para outros telefones. Muito popular em todo o mundo, o serviço também está disponível para iPhone e smartphones com sistema Android ou Windows Phone.



É importante lembrar que não foi por acaso que tanta gente assim abandonou o MSN nos últimos tempos. Esse “êxodo” está diretamente ligado ao crescimento do Facebook, que também oferece uma ferramenta de comunicação instantânea muito interessante. Com a facilidade de poder trocar mensagens e até fazer uma chamada em vídeo com todos os seus contatos da rede social, muita gente não viu mais necessidade de utilizar outro comunicador. Hoje o chat do Facebook é uma dos serviços de mensagem instantânea mais usados na web. E o legal é que dá pra ver se o amigo está online ou não e, se for caso, deixar um recado. Dá para usar o aplicativo em qualquer plataforma móvel.

Já para os usuários do Gmail e outros serviços do Google, existe mais uma opção: o GTalk. Além de estar disponível na barra lateral do serviço de e-mail; é possível também baixar o aplicativo para desktops e smartphones e ficar em contato com praticamente todo mundo com quem você já trocou e-mail algum dia. Talvez o principal diferencial no Google Talk seja a possibilidade de efetuar chamadas por voz e vídeo; assim como no Skype. Diferente do chat do Facebook, no Gtalk você também tem a opção de compartilhar arquivos, fotos, vídeos e tudo mais. Outra função muito legal é o “vídeo preview”; basta colar o link de um vídeo do YouTube no chat e enviar... seu contato não vai precisar abrir nada e terá a opção de assistir o vídeo direto ali, na janela do comunicador.

Se o MSN teve sua morte anunciada, o ICQ ressurgiu das trevas no meio do ano de 2012. Muita gente foi pega de surpresa; e comemorou. Além de matar saudade dos velhos tempos, a nova versão também está disponível para Androids e iOS. Agora o que deixa o ICQ um pouco à frente dos seus concorrentes é a total integração com redes sociais e outros canais, como Facebook, Twitter, YouTube, Gtalk e outros. Outra novidade é a possibilidade de visualizar todos os feeds de amigos em redes sociais. Totalmente gratuito, o ICQ está na briga.

 fonte :
Está Matéria foi retirada do site Olhar Digital
tendo o seu texto atualizado


quinta-feira, 4 de abril de 2013

O BRASIL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

 

Quando a guerra transformou-se numa guerra total, dispostos a interceptar remessas de alimentos e matérias-primas para a Inglaterra e os Estados Unidos, os nazistas, sem nenhuma declaração formal de guerra, empreenderam uma campanha submarina no Atlântico, na qual atacaram, de 15 a 17 de agosto de 1942, cinco navios brasileiros (Baependi, Itajiba, Araraquara, Aníbal Benévolo e Araras).
Este ataque obrigou o governo brasileiro a abandonar a neutralidade que vinha mantendo. Durante a II Reunião de Consulta dos Chanceleres Americanos, realizada no Rio de Janeiro, em janeiro de 1942, foi anunciado o rompimento das relações diplomáticas e comerciais do Brasil com a Alemanha, a Itália e o Japão. No dia 22 de agosto Getúlio Vargas reuniu o ministério para a declaração de guerra à Alemanha e à Itália. Foi iniciada a mobilização geral e foram tomadas providências para o aumento da produção agrícola e da indústria extrativa de matérias primas estratégicas.
A contribuição militar inicial não se limitou ao fornecimento das bases aéreas e navais do Nordeste, que possibilitaram a invasão da África do Norte. A Marinha Brasileira fez a cobertura das rotas mercantes do Atlântico Sul, protegendo os navios que levavam materiais estratégicos.
Em meados de 1944, sob o comando do general Mascarenhas de Morais, partiu para a Itália a Força Expedicionária Brasileira (FEB). O primeiro escalão da FEB, sob o comando do general Zenóbio da Costa, desembarcou em Nápoles, em 16 de julho de 1944, onde foi incorporado ao 5º Exército Americano. Dirigiu-se para o norte, onde se desenvolveria a ofensiva aliada entre os rios Arno e Pó. Os expedicionários lutaram ao lado das forças aliadas nas batalhas de Camaiore, Monte Castelo, Castelnuovo, Montese e Fornovo. Durante o conflito a Marinha Brasileira acompanhou, prestando cobertura, mais de 3 mil navios mercantes. As cinzas dos 451 oficiais e praças mortos no conflito, entre eles oito pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) foram transladados do cemitério de Pistóia, na Itália, para o Brasil, em 5 de outubro de 1960, e hoje repousam no monumento aos mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro.

O Brasil foi o único país da América Latina que participou diretamente da Segunda Guerra Mundial. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) permaneceu na Itália cerca de 11 meses, dos quais quase oito na frente de luta, em contato permanente com o inimigo. A 28 de janeiro de 1942, durante a Terceira Conferência dos Chanceleres Americanos no Rio de Janeiro, o Governo do Brasil anunciava o rompimento de suas relações com a Alemanha, o Japão e a Itália, por efeito de seus compromissos internacionais em face da agressão a Pearl Harbour (7 de dezembro de 1941). Em consequência desse ato, entrou o Brasil em grande atividade militar para a segurança e a defesa de suas costas, quando, ao mesmo tempo, cedia aos Estados Unidos o uso, durante a conflagração, de suas bases militares - Belém, Natal, etc.
Em agosto de 1942 o Brasil se viu envolvido nos conflitos da Segunda Guerra Mundial quando submarinos alemães torpedearam indefesos navios mercantes brasileiros. Esses ataques covardes levaram o Governo de Getúlio Vargas, no dia 22 de agosto de 1942 a reconhecer a existência de estado de guerra entre o Brasil e as potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).
O governo brasileiro  enviou um corpo de soldados para lutar na Itália contra os fascistas. 

 
Embarque da FEB rumo a Segunda Guerra

 
Soldados da FEB rumo a Segunda Guerra

Confira : 
O plano de Invasão Americano no Nordeste do Brasil durante a 2º Guerra Mundial


fonte : sohistoria.com.br

quarta-feira, 3 de abril de 2013

POR QUE A RELIGIÃO AINDA EXISTE?


Houve um tempo em que era virtualmente impossível não acreditar em um deus. A vida não fazia sentido e uma “mão sobrenatural” que tinha poder sobre todas as coisas e fornecia explicações sobre o mundo era bem útil. Haviam muitos mistérios a serem explicados. Porque o rio tinha períodos de cheia? Porque a terra ficava mais fértil? Porque aquelas estrelas estão lá, e coisas do gênero.
No entanto, duas coisas importantes aconteceram, e elas deveriam ter significado o fim da religião: o mundo ficou menor, as pessoas se conheceram, diferentes culturas entraram em contato. E o segundo item foi a ciência, que forneceu explicações para muitos das dúvidas humanas que impulsionaram as religiões do planeta.
Mas, mesmo assim, ao contrário do que Nietsche acreditava, a religião não morreu. Mesmo com a ciência para explicar fenômenos e com muitas religiões se confrontando e se contradizendo, a maioria das pessoas ainda tem suas crenças e acredita em uma religião, que será mais cabível, nessa determinada situação, do que outras.
De acordo com pensadores, a religião não é nem mesmo moral. Elton Jhon diz que baniria as religiões do planeta: “A religião transforma pessoas em seres cheios de ódio e, com certeza, não representa compaixão”.

Como a mesma coisa pode ter diferentes significados para pessoas que se consideram preocupados, cheios de compaixão por outros? Porque as pessoas matam em nome de um deus que seria misericordioso?
Certamente, cada religião tem seus problemas de audiência. Os cristãos tem sua lista de padres considerados culpados por pedofilia. Muçulmanos são taxados de terroristas. Até mesmo os anti-religiosos passam por falta de credibilidade. Eles tentam etiquetar todos os crentes de fanáticos – o que é uma negação da cultura aberta que, teoricamente, agnósticos pregam.
Seja qual for o resultado da guerra de culturas, temos dados científicos surpreendentes. 40% dos pesquisadores eram religiosos em 1933. Atualmente, a porcentagem permanece a mesma. Como isso é possível se a ciência é a inimiga da religião?
Aparentemente, a religião ainda tem seus benefícios, mesmo que Elton John pense o contrário. Se há problemas em países subdesenvolvidos os grupos religiosos são os primeiros a tentar tomar providências. Não posso me lembrar da última vez que um grupo ateu organizou-se e foi visitar um hospital ou recolher donativos para um asilo.
Isso não quer dizer que ateus não sejam engajados – eles são, mais em causas políticas. Quando se trata de assuntos humanos, são os grupos religiosos que tomam conta do cenário filantrópico.
Além disso a religião continua mantendo seu lugar na sociedade porque, mesmo para os não-crentes, é algo fascinante. Até mesmo para os cientistas. Não é raro encontrar pesquisas intituladas “pessoas religiosas vivem mais?”, “pessoas religiosas têm menos chances de desenvolver câncer” e por aí vai.
A religião dominou completamente, e com mão de ferro, por mais de mil anos, portanto é natural que se desapegar dessa mitologia levará tempo.
Mas lembre que antigamente, quando ficávamos doentes, a única opção era um curandeiro. Com a evolução da ciência, hoje vamos ao médico que nos ajuda a resolver o problema sem velas e rezas. Dessa mesma maneira a solução dos problemas morais e espirituais não será mais focado na religião algum dia no futuro. 
Observe o leitor essas pessoas cujas vidas são um reflexo do torvelinho psicológico que reina em suas mentes. Mudam sem cessar de direção, de rota, de propósito; jamais se sentem seguras de nada; aqui e ali tratam de adquirir, emprestada, a convicção ou a certeza que nunca podem obter por si mesmas. Hoje a pedem a um livro, amanhã a um conferencista, depois a uma ideologia, a uma religião, a um partido, etc.
Têm essas pessoas liberdade de pensamento? Pensam e agem de acordo com suas vontades? Fácil é a resposta: nelas, a vontade se encontra dominada por conspiração de pensamentos alheios, que, a certa altura da vida, chegam a ser-lhes tão necessários como a droga ao toxicomaníaco.
 fonte :hypescience.com

segunda-feira, 1 de abril de 2013

DIA DA MENTIRA – 1º DE ABRIL

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Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.

Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.

Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.

Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.

Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.

fonte : brasilescola.com